Formas mais limpas de mobilidade são habilitadas pos software de alta eficiência

O anúncio de janeiro da General Motors de que se juntaria a outras montadoras vendendo apenas veículos com emissão zero (no caso, até 2035) foi um dos exemplos mais divulgados de algo que se tornou cristalino nos últimos anos.

Embora a atenção do público tenha se concentrado nos veículos elétricos autônomos (EVs) que podem substituir os carros de combustão interna de hoje, a indústria da mobilidade está se dirigindo para várias novas direções promissoras.

Algumas tendências para o setor são:

1. Mobilidade compartilhada, por exemplo, é uma indústria que pode dobrar de tamanho até 2030.

2. Soluções de conectividade avançada para VEs, como publicidade contextual personalizada com base em rotas de direção, podem criar um novo negócio de assinaturas considerável, potencialmente gerando até U$ 310 em receita e U$ 180 em economia de custos por ano por carro até o final desta década.

3. Estima-se que o mercado de software automotivo terá crescido aproximadamente 250% até o final da década. Isso colocará o software no centro dos novos designs de automóveis.

4. Focando no verde. Os novos participantes da mobilidade sempre viram o valor dos veículos com emissão zero e pretendem reduzir as emissões do tubo de escape (que representam dois terços do total) e as emissões da produção (o terço restante).

A Iniciativa Europeia de Veículos Ecológicos de € 1,5 bilhão apóia o esforço. Os consumidores que levaram a sustentabilidade em consideração nas decisões de compra ajudaram a impulsionar as vendas de veículos elétricos em 43% em 2020.

Fonte: McKinsey

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